O preço da liberdade!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Prof. Chafic Jbeili - www.chafic.com.br

Tenho querido muito estar nas escolas ou junto a gestores escolares em palestras compartilhando reflexões sobre inclusão social e educação inclusiva, fazendo um paralelo deste tema com a alarmante e crescente indisciplina e violência escolar. Estou presente sempre que possível e viabilizada a minha presença. Como nem sempre é possível, então resolvi compartilhar um ensaio de minha opinião sobre o tema. Vamos lá?

Primeiro criam-se as circunstâncias da dor exclusão e depois se oferece analgésico caro e ineficaz. Caro porque sobrecarrega apenas educadores nesta árdua tarefa, quando na verdade é responsabilidade de todos; e ineficaz porque tentam-se combater sintomas ao invés de cessar a simbiose que dá origem a exclusão, formando perversamente uma grande e complexa caixa de neuroses nos cidadãos e em gestores escolares.

A indisciplina, por exemplo, é sintoma, subproduto da exclusão e produto da liberdade mal usufruída. Esta liberdade tão desejada por muitos, porém mal desfrutada pela maioria que desconhece ou desrespeita os limites demarcados em forma de regras para a boa e saudável convivência social, sem a qual nunca haverá de fato e de direito a inclusão social que, por sua vez, estará sempre atrelada à educação inclusiva de base.

Como poderá prospe rar a inclusão social sem que as pessoas sejam educadas e preparadas para isso a partir da família, da escola, da igreja e do Estado? Mas quem são os gestores dessas instituições? A família tem cada vez menos tempo para a família. A escola perdeu seu valor acadêmico para os educandos. A Igreja está institucionalizada mais do que espiritualizada. A máquina pública não dá conta das promessas políticas. Ensinar valores morais e educar para a vida não é mais prioridade nem da família, nem da escola e muito menos da igreja ou do Estado. Cada instituição tem seus próprios interesses e se ocupam em suas crises estruturais e de gestão específicas.

Sinto que as crianças estão à mercê da sorte, mas são livres e cheias de direitos! Maravilha!

Pais, educadores, cléri gos e governantes precisam preocupar-se mais em como instruir valores morais às crianças. Quem foi o infeliz que retirou a disciplina Educação Moral e Cívica do currículo escolar?

Deve-se ensinar inclusão pela liberdade com dignidade, equilibrando justiça e força. Viver com decência e honradez é mais proveitoso para toda a sociedade. Viver com desregrada porfia é mais vantajoso para o sistema político e financeiro. Os interesses do povo e dos governantes são conflitantes. é neste contexto que se perdem o fio da meada e surgem a exclusão e a indisciplina.

Tais disritmias sociais não se combate remediando sintomas, todos sabem! Acontece que os que sabem e tem o poder de fazer algo não se importa realmente quem sejam ou como vivem as disritimadas vítimas sociais; basta que votem e movimentem o mercado financeiro comprando car ro, geladeira e fogão com impostos reduzidos, pois é disso que o povo gosta e é disto que os astutos precisam: Liberdade em forma de pão e circo para o cidadão plebeu, ignorante, sem educação. Poder e força para os manipuladores das massas.

Destas massas supostamente livres e que mal tem conhecimento e condições de gerir com sucesso suas famílias, suas escolas, suas igrejas ou seu Estado que se espera e se cobra efetivar a inclusão social. Um povo cujos governantes acreditam necessitar Leis específicas para que se respeitem suas crianças, suas mulheres e seus idosos. Que tipo de gente precisa de leis para respeitar uma criança, uma mulher indefesa ou um idoso sem forças? Até meu cachorro sabe fazer essas coisas, sem conhecer Leis.

Quanta incoerência: Exigir comportamento altruísta e cooperativo de um povo estimulado à ;s suas pulsões mais primitivas e altamente estimulado à competitividade. Ou seja, comprem e consumam como doentes irracionais e comportem-se como gente civilizada! Promovam a inclusão nem que para isso tenham que excluir pessoas!

Este é o preço da liberdade que se garante a todos sem que, na prática, alguém se responsabilize pelo mau uso dela! Dá pra entender?

Convite: abertura da IV Olimpíada do Programa Escola da Família

















Local: Ginásio Poliesportivo Victor Savala, Hortolândia/SP.
Data: 15 de agosto de 2010
Horário: 10h

Endereço: Rua Aguinaldo Gomes, 500 - Jd. Nossa Sra. de Fátima. Hortolândia/SP
Mapa:

A bunda dura

quarta-feira, 30 de junho de 2010

ARNALDO JABOR

Mulher bonita demais e melancia grande, ninguém come sozinho!
Tenho horror a mulher perfeitinha.
Sabe aquele tipo que faz escova toda manhã, tá sempre na moda e é tão sorridente que parece garota-propaganda de processo de clareamento dentário?
E, só pra piorar, tem a bunda dura!!!
Pois então, mulheres assim são um porre.
Pior: são brochantes.
Sou louco?
Então tá, mas posso provar a minha tese.
Quer ver?
a) Escova toda manhã: A fulana acorda as seis da matina pra deixar o cabelo parecido com o da Patrícia de Sabrit. Perde momentos imprescindíveis de 'carinhos' na cama, 'safadezas' do namoradoe 'outras coisinhas', pra encaixar-se no padrão ‘Alisabel’, que é legal… Burra.
b) Na moda: Estilo pessoal, pra ela, é o que aparece nos anúncios da Elle do mês. Você vê-la de shortinho, camiseta surrada e cabelo preso? JAMAIS! O que indica uma coisa: ela não vai querer ficar desarrumada nem enquanto estiver 'naqueles momentos'.
c) Sorriso incessante: Ela mora na vila dos Smurfs? Tá fazendo treinamento pra Hebe? Sou antipático com orgulho, só sorrio para quem provoca meu sorriso. Não gostou? Problema seu. Isso se chama autenticidade, meu caro. Coisa que, pra perfeitinha, não existe. Aliás, ela nem sabe o que a palavra significa… Coitada.
d) Bunda dura: As muito gostosas são muito chatas. Pra manter aquele corpão, comem alface e tomam isotônico (isso quando não enfiam o dedo na garganta pra se livrar das 2 calorias que ingeriram), portanto não vão acompanhá-lo nos pasteizinhos nem na porção de bolinho de arroz do sabadão. Bebida dá barriga e ela tem H-O-R-R-O-R a qualquer carninha saindo da calça de cintura tão baixa que o cós acaba onde começa a pornografia: nada de tomar um bom vinho com você. Cerveja? Esquece!

Legal mesmo é mulher de verdade!!!! E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa.. Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira. Pode até ser meio mal educada às vezes, mas adora sexo.
Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução (e, às vezes nem chegam a ser um problema).
Mas ainda não criaram um remédio pra futilidade.
E não se esqueça….
Mulher bonita demais e melancia grande, ninguém come sozinho!

Festa 'Julina' - Sábado 3/7 - das 10 às 4h

Oficinas Culturais nos Municípios - Programação de Férias

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Veja mais em

http://www.assaoc.org.br/programacao/regionais/hilda-hilst.php

AMERICANA

Fotografia

Oficina de Fotografia Contemporânea
5/7 a 21/7 - segundas e quartas-feiras - 19h às 22h
Público: com conhecimento intermediário
Faixa Etária: adolescentes e adultos
Seleção: análise de currículo e carta de interesse
Inscrições: 21/6 a 2/7
Vagas: 30
Local: Museu de Arte Contemporânea de Americana
Rua das Palmeiras, 8 - Jd. São Paulo

A Oficina destacará os principais debates e artistas que atuam no campo da fotografia artística atual. Dentre os objetivos da oficina pode-se destacar: facilitar a compreensão da fotografia como linguagem visual e sua construção como modo de criar significados; permitir a reflexão sobre as principais questões conceituais da fotografia, além de estimular a produção fotográfica individual e projetos artísticos.

Ravena Sena Maia é fotógrafa e possui graduação em Comunicação Social – Midialogiapela Universidade Estadual de Campinas. Atua principalmente nas áreas de Design e Multimídia.

CAMPINAS

Gestão Cultural

Seminário de Gestão Cultural em Campinas 2010
19/7 – segunda – 14h às 18h e 20 a 23/7 – terça a sexta – 14h às 17
Período de inscrição: 21/6 a 19/7
Informações e inscrições: 19 3294 2212
Local: Teatro Bento Quirino – Grupo Universitário IPEP
Rua Luzitana, 1.555 – Centro – Campinas

O Seminário de Gestão Cultural consiste na realização de um ciclo de palestras com o intuito de debater e discutir aspectos relacionados à Gestão Cultural.
Pretende-se provocar a reflexão sobre a delimitação dos conceitos no campo da cultura, debater a formação dos profissionais da área e os diferentes modelos de gestão cultural aplicados em instituições públicas, privadas e em organizações sociais.

O Seminário apresenta-se ainda como um espaço para troca de ideias e experiências entre pesquisadores, artistas, estudantes e profissionais da área da cultura.

19/7 – Abel Rocha – Criatividade e Inovação na Gestão Cultural

20/7 – Leonardo Brant – O Mercado Cultural

21/7 – Ricardo Maluf – Captação de Recursos e Parcerias Sociais

22/7 – Kátia de Marco – Dimensão da Cultura nas Gestões Pública e Privada e Profissionalização dos Setores Culturais

23/7 – Pedro Rigatto – Leis de Incentivo: Novos Caminhos e Rumo


Coordenação Geral
Lideraldo Martim é músico, educador, consultor em direitos autorais e produtor cultural. Possui pós-graduação em Gestão e Docência do Ensino Superior, bacharelado em Música pela Faculdade Mozarteum de São Paulo e estudou MPB/Jazz no Conservatório de Tatuí.

Palestrantes
Abel Rocha é doutor em Música pela Universidade Estadual de Campinas, Mestre em Regência de Ópera junto à Opernschule da Robert-Schumann Musikhochschule. Foi responsável pela regência e direção musical de diversas óperas, balés e concertos sinfônicos frente às mais importantes orquestras do país. Atualmente é professor de regência da Universidade Estadual Paulista e das Faculdades Integradas Alcântara Machado. Atua na área de Artes, com ênfase em Regência.

Kátia de Marco é artista plástica, docente, curadora e crítica de arte. Possui mestrado em Ciência da Arte pela Universidade Federal/RJ e graduação em Ciências Sociais – Bacharelado e Licenciatura, pela mesma instituição. Desde de 2002 dirige e leciona na Escola Candido Mendes de Gestão Cultural. É membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte – ABCA e da Associação Nacional dos Pesquisadores em Artes Plásticas – ANPAP.

Leonardo Brant é pesquisador de políticas culturais e presidente da Brant Associados. Especialista em redes socioculturais, mídia e convergência digital, atuou como consultor de inúmeras empresas digitais, como IG, Starmedia, e tradicionais, como Rede Bandeirantes, TV Cultura e ESPN, entre outras. Atua como consultor estratégico e coach, auxiliando empreendedores públicos e privados de cultura a desenvolver, planejar e sustentar seus negócios culturais. Possui graduação em Comunicação e especialização em Comunicação Política pela Faculdade Cásper Libero, Filosofia na USP e Associação Palas Athena.

Pedro Rigatto é bacharel em Pedagogia. Coordenou por 12 anos a implantação do projeto Guri no Estado de São Paulo, sócio diretor da Promoart – Associação Cultural, onde realiza produção cultural, curadorias de exposições, consultoria para empresas e cursos sobre arte, gestão e leis de incentivo a cultura, como Lei Rouanet e ProAC. Especialista em realização de análise estrutural e financeira para elaboração de projetos e entidades. Atua como consultor em gestão cultural para algumas secretarias de cultura de municípios da Bahia, São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina.

Ricardo Maluf é empreendedor social atuante no terceiro setor há mais de 25 anos. Especialista em mobilização de recursos, planejamento, marketing e construção de relacionamentos. Realizou trabalhos na Fundação S.O.S Mata Atlântica; Amir Klink Planejamento e Pesquisa; consultor para projetos especiais – Paris Dakar, Brasil no Everest, Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand – MASP e idealizador e produtor de diversos projetos de captação de recursos nas áreas ambiental e social. É consultor na área de responsabilidade social e apoio ao Terceiro Setor para empresas como: Unilever do Brasil, Correios e Telégrafos, entre outras.

História em Quadrinhos

Oficina de História em Quadrinhos para Educadores
12/7 a 28/7 - segundas, quartas e sextas-feiras – 9h às 12h
Público: com conhecimento intermediário
Faixa Etária: adultos
Seleção: análise de currículo e carta de interesse
Inscrições: 21/6 a 8/7
Vagas: 30
Local: CEFORTEPE – Centro Educacional de Formação e Projeto da Rede Municipal de Campinas
Rua Doutor João Alves dos Santos, 860, Jd. das Paineiras

A oficinapretende trazer os participantes para o universo dos Quadrinhos, considerado a 9ª Arte, além de apresentar as técnicas de desenho, estilos e gêneros, com o intuito de instrumentalizar os educadores nesta linguagem para sua posterior utilização em sala de aula como ferramenta de ensino, possibilitando como resultado aulas originais e criativas.

Marcelo Mantovani é ilustrador, colecionador de HQs e possui graduação em Letras com bacharelado em Inglês/Português e habilitação em Tradução pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Desenvolveu pesquisas acadêmicas sobre “O papel feminino nas Histórias em Quadrinhos” e “Como as Histórias em Quadrinhos influenciam na aquisição de linguagem da criança”.

INDAIATUBA

Artes Plásticas

Oficina de Mangá
7/7 a 29/7 - quartas e quintas-feiras - 18h30 às 21h30
Público: iniciantes
Faixa Etária: adolescentes e adultos
Seleção: primeiros inscritos
Inscrições: 21/6 a 6/7
Vagas: 30
Local: Secretaria de Cultura de Indaiatuba
Praça Dom Pedro II, s/n - Centro

A oficinatem por intuito difundir a arte do desenho japonês, suas técnicas e estilismos, permitindo que os alunos tenham acesso ao mundo das artes e desenvolvam sua imaginação e criatividade.

Deyse Roberta Fantinatto é desenhista e ilustradora. Possui formação em Letras-Português e Comunicação Social – Publicidade e Propaganda. Realizou cursos de Pintura, Desenho Animado e História em Quadrinhos. Desde 2002 atua como professora de desenho e pintura.

LINDÓIA

História em Quadrinhos

Oficina de História em Quadrinhos
6/7 a 29/7 - terças e quintas-feiras - 14h às 17h
Público: iniciantes
Faixa Etária: adolescentes e adultos
Seleção: primeiros inscritos
Inscrições: 21/6 a 5/7
Vagas: 30
Local: Centro Educacional de Lindóia
Rua Coronel Estevam Franco, 262 - Centro

Durante as aulas teóricas e práticas, os participantes realizarão todas as etapas de criação e desenvolvimento da HQ (construção de personagens, cenários e fio narrativo), partindo de outras manifestações artísticas como a Música, Cinema, Literatura e Artes Visuais.

Marcelo Mantovani é ilustrador, colecionador de HQs e possui graduação em Letras com bacharelado em Inglês/Português e habilitação em Tradução pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Desenvolveu pesquisas acadêmicas sobre “O papel feminino nas Histórias em Quadrinhos” e “Como as Histórias em Quadrinhos influenciam na aquisição de linguagem da criança”.

Dirigir com segurança também é questão de educação

Principais maus hábitos dos motoristas e os riscos associados
Texto: Marcus Romaro/Cesvi Brasil
Fotos: Cesvi Brasil
(17-06-10) – O convívio em sociedade implica uma série de regras que, juntas, formam o que podemos chamar de boa educação. No trânsito, que é outra área de convívio com outras pessoas e o meio, não é diferente. Entretanto, as boas maneiras no trânsito trazem um elemento a mais que as justificam e as tornam obrigatórias: diante do volante, uma “grosseria” tem consequências que, dependendo da dimensão, podem ser até fatais.

O Cesvi se aprofundou nesta questão dos “maus hábitos ao volante” e classificarmos as consequências de acordo com as atitudes tomadas. Além disso, apontamos quais desses maus hábitos são passíveis de multa e qual a gravidade de cada uma.

Confira quais são esses maus hábitos ao volante e os evite. Questão de economia (não paga multas) e de segurança.

Trafegar pela esquerda. Não dar passagem para veículo que vem de trás. Tornar-se obstáculo ao fluxo normal do tráfego.

Infração:
Média (Art. 188 e 198 do Código de Trânsito Brasileiro - CTB).
Riscos:
Quem só trafega pela esquerda e não dá passagem pode impedir que veículos que estejam numa velocidade maior sigam em frente, provocando congestionamentos, o efeito “comboio” e o risco de colisões.

Ocupantes do banco traseiro sem cinto de segurança.

Infração:
Média (Art. 236 do CTB).
Riscos:
• Esmagar os ocupantes do banco dianteiro, pois seu peso é multiplicado pela energia do impacto.
• Sofrer a chamada “2ª colisão”, em que se chocam entre si e contra o interior do veículo.
• Perder a consciência com os choques, dificultando a rápida saída dos ocupantes do veículo.
• Ser arremessado para fora do veículo.
Todos os riscos acima incluem possibilidade de morte.

Exceder a lotação máxima do veículo. Conduzir pessoas ou cargas em partes externas.

Infração:
Média e grave (Art. 231 e 235 do CTB).
Riscos:
Em ambos os casos, há um aumento da massa transportada, que excede a capacidade para a qual o veículo foi projetado. Nesses casos, os componentes de segurança (freios, direção e suspensão) perdem eficiência, aumentando o espaço necessário para a frenagem e prejudicando a estabilidade do veículo.

Deixar de indicar intenção com sinalização de manobra.

Infração:
Grave (Art. 196)
Riscos:
Grande parte dos acidentes ocorre pela falta de sinalização na mudança de faixa. Motociclistas também devem sinalizar cada manobra e prestar atenção às sinalizações dos motoristas, que nem sempre conseguem visualizar as motos devido às áreas cegas do carro.

Trafegar com equipamento de iluminação e sinalização alterado.

Infração:
Grave (Art. 230 do CTB).
Riscos:
Faróis do tipo xenon adaptados e fora das especificações do fabricante podem atrapalhar motoristas que venham no sentido contrário. Quando o veículo não está preparado e dimensionado para receber um tipo diferente de lâmpada, há risco de curto-circuito e até de incêndio do veículo.

Transporte de crianças sem o assento específico para cada idade.

Infração:
Gravíssima (Art. 168 do CTB).
Riscos:
O risco de fatalidade é muito grande. Pode ser por enforcamento pelo cinto de segurança, inadequado para sua estatura, ou por qualquer um dos riscos já associados a um ocupante sem cinto. No caso da criança, o risco é maior, porque a resistência de sua estrutura óssea e de seus órgãos internos é menor.

Atirar ou abandonar objetos na via.
Infração:
Média (Art. 172 do CTB).
Riscos:
Qualquer elemento estranho ao trânsito, por menor que seja (saco plástico, lata de refrigerante, tampinha de garrafa, etc.) pode provocar sérios acidentes. Uma moeda, por exemplo, pode ser arremessada por um veículo com a velocidade de um tiro (pode matar).
Lixo nas margens da rodovia pode atrair animais, que são geradores de acidentes. Bitucas de cigarros podem provocar incêndios.

Professores também são alvo de bullying

Alunos se unem para agredir e constranger docentes pela internet
Juliana Bublitz e Livia Meimes | juliana.bublitz@zerohora.com livia.meimes@zerohora.com

A professora de Educação Física Etiene Selbach Silveira, 42 anos, mal conhecia o Orkut quando foi apresentada ao site de relacionamentos, há cinco anos, da pior forma possível. Soube por amigas, entre uma aula e outra, que alunas haviam criado uma comunidade virtual recheada de comentários maldosos e humilhantes, intitulada “Eu odeio Etiene”. A frustração foi tanta que a educadora abandonou a profissão e decidiu nunca mais voltar a lecionar.

Etiene não tem dúvidas: foi vítima de cyberbullying, a prática repetitiva de agressões psicológicas via internet. Algo que acreditava acontecer apenas entre adolescentes e que, assim como o bullying, ganhou espaço na mídia como um problema estudantil.


Etiene Selbach Silveira resolveu abandonar as aulas de Educação Física depois de ter sido vítima de ataques e deboches pelo Orkut - Diego Vara

Etiene Selbach Silveira resolveu abandonar as aulas de Educação Física depois de ter sido vítima de ataques e deboches pelo Orkut
Foto:Diego Vara


Confira abaixo gráfico sobre o cyberbullying:




– O que eu vivi, não desejo para ninguém. Sempre me dei bem com meus alunos. Foi um choque saber o que aquele grupinho estava fazendo – conta Etiene.

Na comunidade virtual, a ex-professora deparou com uma foto sua marcada com um xis de ponta a ponta. Leu xingamentos e críticas em relação à forma como se vestia, ao seu modo de agir e até ao seu corpo. Os textos eram escritos, segundo ela, por sete meninas. Todas eram suas alunas em um colégio particular da Capital, que ela prefere não revelar para evitar novos constrangimentos. As garotas, conforme Etiene, também a confrontavam e a desrespeitavam em aula, de forma acintosa.

Cerca de 25% dizem ter sofrido alguma agressão

Com cópias do conteúdo do site em mãos, a ex-educadora buscou ajuda no Sindicato dos Professores do Ensino Privado do Estado (Sinpro-RS). Foi orientada a registrar tudo em cartório. Feito isso, procurou a direção da escola e contou o que estava acontecendo. Exigiu providências.

– Depois de muita insistência, chamaram os pais de uma das meninas e falaram com ela. A comunidade foi fechada, mas eu não tive mais sossego. Dois meses depois, fui demitida sem nenhuma explicação – desabafa Etiene, que prefere também não revelar o conteúdo dos ataques.

O caso de Etiene, garante a diretora do Sinpro-RS, Cecília Farias, não é o único – pelo contrário. Toda semana, educadores procuram a entidade, onde foi criado o Núcleo de Apoio ao Professor Contra a Violência, relatando problemas do tipo. Uma pesquisa recentemente divulgada pelo órgão revelou que 23,5% dos professores de instituições particulares gaúchas dizem sofrer agressões via internet, sendo que 86% delas têm alunos como autores. Com medo de acabarem na rua, muitos evitam recorrer a diretores e coordenadores pedagógicos.

– O problema é que os alunos, muitas vezes, são vistos como clientes e acham que podem tudo – avalia a diretora sindical.

Entre os responsáveis pelo quadro negro na rede pública estadual, a situação parece se repetir. Conforme a presidente do Cpers/Sindicato, Rejane de Oliveira, 40% das licenças de saúde ocorrem por problemas psicológicos, muitas vezes provocados por ameaças e ofensas repetidamente causadas por alunos.

ZERO HORA
Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a2936551.htm

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