Por onde andam os don juans?

terça-feira, 1 de junho de 2010

Por Chafic Jbeili – www.chafic.com.br

Em 2008 escrevi um texto intitulado “Por onde andam as amélias”. Teve ótima repercussão e está no meu blog para quem quiser conferir. No mesmo ano iniciei este texto que só agora consegui concluí-lo, dois anos depois, devido à necessidade pesquisar um pouco mais e ouvir uma centena de mulheres sobre o tema, uma vez que não sou especialista em don juans e nem em donjuanices.

Por força de meu trabal ho tenho tido a grata oportunidade conhecer e corresponder com mulheres fantásticas, inteligentes, cultas, bem resolvidas, com grandes projetos de vida. Boa parte delas já formadas, com seus carros próprios e seus promissores empregos. Verdadeiras beldades humanas e “bom partidos” para galã nenhum botar defeito.

Parte dessas beldades, pessoas de grandeza humana inquestionável, disse-me que está solteira, com o coraçãozinho sem inquilino, sem “dono”. Meigas que são, fazem dengo dizendo que ainda não conseguiram o namorado ideal, algumas já saíram de relacionamentos anteriores, às vezes até com filhos pequenos ou, em alguns casos, já com filhos terminando a faculdade, mas continuam solteiríssimas e, embora ermas, felizes na medida do possível! Tem até aquelas que são socialmente casadas e psicologicam ente solteiras, ou seja, tem aliança no dedo, mas faltam-lhes a marcante e saudosa presença do ex-príncipe e atual sapo!

A minha pergunta enfática e meramente científica era: “mas como um partidão igual você pode estar solteira?” e elas respondiam quase que em uníssono que os caras são, entre outras coisas, insensíveis, fúteis, egoístas, oportunistas, quando não se mostram demasiadamente infantis ou vergonhosamente vulgares. Acabei descobrindo por meio delas que há um montão de homens, desde jovens até senhores, com comportamento tolo, omisso, aproveitador, isento de caráter e, em muitos casos, verdadeiros covardes.

Ao rever minhas anotações sobre o que aquelas fantásticas mulheres com perfil de solteira falavam sobre seus candidatos, parceiros ou ex-parceiros só me vinha à cab eça uma clássica afirmativa freudiana: “O homem tem três grandes desafios para resolver em sua vida: seu complexo de édipo, sua masculinidade e sua sexualidade”. Antes de Freud sim, mas penso que nos dias de hoje nenhum homem deveria se envolver com qualquer mulher antes de ter esses três grandes desafios bem esclarecidos em suas mentes, para não dizer bem resolvidos, o que me parece tarefa demasiadamente penosa para quem tem aversão a consultório.

Acontece que as hodiernas mulheres alcançaram níveis de progresso que as colocam em vantagem em relação aos obsoletos homens. Se compararmos o perfil das mulheres e dos homens de 50 a 100 anos passados, ver-se-á que elas, as mulheres, evoluíram muito mais e obtiveram conquistas infinitamente maiores e mais significativas do que os homens. Nós, homens, continuamos a ser quem éramos e a fazer o que fazíamos. Distraímos-nos com nossos brinquedos e nossas espadas, enquanto elas evolucionam!

As mulheres de até pouco tempo passado se limitavam ou eram submetidas ao papel de fonte de gratificação, procriação e mordomia masculina. Não estudavam, não podiam trabalhar fora do contexto doméstico, dependiam do homem para ter acesso ao dinheiro e comprar suas necessidades ou vaidades. Elas não saíam da casa, não se relacionavam, não tinham internet e muito menos informações significativas sobre homens. Assim, não tinham muito a desdenhar quando surgia um simplório, ingênuo e superficial forasteiro nas redondezas da cidade ou da fazenda procurando uma menina prendada para costurar suas calças, tirar seus sapatos e preparar um ovo frito no jantar para o abestado não morrer de fome. Enquanto ela olhava para o f uturo e planejava crescer, o infeliz olhava a vizinha e planejava pular a cerca. Onde está cada um hoje?

Hoje as mulheres estão muito mais independentes, mais comunicativas, mais intelectuais, mais poderosas economicamente. Elas sabem e podem muito bem ter acesso ao que querem e agora não é qualquer forasteiro que irá dominá-las e subjugá-las como antigamente. Elas ficam solteiras, mas não voltam à condição de antigamente de jeito nenhum!

Elas estão cada vez mais belas, atraentes, à procura do cara inteligente, sensível, perceptivo, versátil, companheiro presente, nem tão vulgar e nem tão respeitador, mas hábil em contrabalançar o momento, a intensidade e as circunstâncias entre a trivialidade e o solene. Elas querem um cara capaz de conquistá-las todos os dias, para o resto de suas vidas! Da&ia cute; eu pergunto por elas: Onde estão os dons juans?

Abraços e até a próxima semana!

Prof. Chafic Jbeili
Consultor vivencial, Psicanalista, Psicopedagogo e Escritor.
CONSULTORIA - CURSOS - OFICINAS - PALESTRAS
Formação continuada e qualificação profissional
e-mail:
chafic.jbeili@gmail.com
www.chafic.com.br | www.unicead.com.br
Montes Claros(MG) | Brasil

O primeiro pilar da autoestima: A consciência

Chafic Jbeili – www.chafic.com.br
A autoestima está para a dinâmica psíquica tal qual o sistema imunológico está para o corpo.
Da mesma forma como o corpo se protege dos ataques de agentes nocivos ao organismo, a qualidade do afeto e valor próprio que cada pessoa nutre sobre si mesma resguardará sua saúde mental, fortalecendo-a e preparando-a para as exigências biopsicossociais e espirituais, inerentes às suas vivências.

De acordo com o Dr. Nathaniel Branden, autoestima é a confiança que cada pessoa tem em sua capacidade de pensar; confiança em sua habilidade para lidar com os desafios da vida; acreditar que se tem o direito de vencer e ser feliz e, ainda, a convicção íntima de que a pessoa pode afirmar suas necessidades perante seus semelhantes, acreditando merecer usufruir dos resultados de seus esforços.

Considera-se, portanto, como possuidora de saudável auto-estima a pessoa que demonstra confiar nas próprias idéias e aceita intimamente ser merecedora da felicidade. Estas convicções inspiram o comportamento das pessoas e as fazem parecer mais felizes e realizadas do que outras, mesmo não tendo tanto quanto as outras pessoas possam ter.

Isto significa que não é, necessariamente, a quantidade de dinheiro, bens e intensidade de consumo que uma pessoa sustenta que irá determinar a qualidade de sua autoestima. Igualmente, quanto pior for a autoestima de uma pessoa, mais ela necessitará demonstrar status e poder, seja financeiro, social, intelectual etc.

A autoestima interfere diretamente no comportamento das pessoas e, consequentemente, a forma como cada pessoa se comporta irá influenciar a qualidade de sua autoestima, estabelecendo um ciclo constante de causa e efeito. Esta sucessão de pensamentos e atos requer atenção e cuidados instantâneos, a exemplo da pessoa que age de uma determinada forma e depois se arrepende, culpando-se e sentindo-se a pior pessoa do mundo. Acreditar nisto faz com que a pessoa adote pensamentos depreciativos sobre si mesma e então parte para atitudes autopunitivas. Assim, não se permite o mínimo prazer e evita sair, curtir os amigos ou um cinema; descuida-se da aparência pessoal e tende a cumprir apenas a rotina mais necessária que lhe for exigida.

é nestas horas que a pessoa precisa ser mais gentil consigo mesma; evitando os excessos da autoexigência e ao invés de menosprezar-se por não ter alcançado a perfeição deve perguntar-se como desenvolver ações mais assertivas. Esta atitude madura irá oportunizar pequenos avanços e melhorias na qualidade da autoestima e, por conseguinte, influenciar ações das quais a própria pessoa terá mais orgulho de si, empregando progressivamente mais valor às suas idéias e aumentando a crença de que merece e pode ser feliz.

é incrível como se pode elevar o orgulho e respeito próprios com pequenas ações. A autoestima é uma conseqüência de atitudes internas. Não se pode trabalhar diretamente a autoestima de ninguém, porque esta é a soma de pensamentos e ações. O que a pessoa faz determina o que ela pensa sobre si mesma. O que a pessoa pensa sobre si mesma influencia o “que” e “como” irá fazer algo. Isto exige o uso de uma das maiores faculdades humanas: a consciência!

Neste sentido, o primeiro dos sete pilares da autoestima é a “atitude de viver conscientemente”. Viver conscientemente é a capacidade que cada pessoa desenvolve para estar o mais cônscia possível do espaço que ocupa, onde quer que esteja presente; estar o mais cônscia possível do papel que desempenha em seu momento mais imediato, e; determinar suas ações de acordo com estas percepções.

Para os biólogos ela distingue o ser humano das demais espécies vivas. Para os médicos ela é um importante sinal vital do cérebro. Para os filósofos é um dos mais nobres atributos existenciais que o ser humano possui. Para religiosos e espiritualistas ela é interpretada como a própria iluminação. Para os cientistas da mente ela é questão imprescindível para saúde mental. Para a psicanálise é o remédio das neuroses. Ela é a consciência!

Toda pessoa é muito mais capaz, inteligente e brilhante do que imagina ser, e a consciência é a mais verídica, confiável e justa prova desta irrefutável verdade. Conhecer a si mesmo é uma das mais gratificantes tarefas que uma pessoa pode empreender durante sua vida.

Quando a pessoa simplesmente ignora suas necessidades, interesses e desejos, obrigando-se e sujeitando-se desde relacionamentos, tarefas e atitudes que contrariem suas convicções íntimas, então ela estará se traindo e ferindo sua autoestima, exceto quando tem consciência daquilo que decidiu fazer.

A pessoa que vive conscientemente percebe a força de suas palavras, de suas ações. Percebe quão firme ou frouxo é o seu aperto de mão; quão intenso ou vazio é o seu olhar; quão focada ou dispersa está a sua atenção.

Há que se permitir distrair-se, mas a distração à revelia é o mesmo que uma mente desgovernada, impulsiva, inconsciente. Penso que é a consciência quem deveria estimular as ações das pessoas e não as ações consumadas conflitar com a consciência. A não ser em caso de defesa, fuga ou evasão nas situações de risco, todas as outras ações deveria proceder ao pensamento, nunca o contrário.

Fugir à realidade é o mesmo que fugir à consciência e fugir à consciência é o mesmo que negar a responsabilidade da própria vida. Desta forma, a pessoa que vive conscientemente assume os prazeres e os desprazeres de suas realizações e de suas vivências. Não transfere o dolo de sua existência a outrem, pois apesar de às vezes ser desconfortável sabe que seu estado e condição atuais são responsabilidade sua.

A pessoa que vive conscientemente põe tudo que é no mínimo que faz. Envolve-se com sua dinâmica pessoal e com seus afazeres. Percebe-se a maior parte do tempo e, por isto, tem condições de regozijar com seus acertos e aprimorar aquilo que acredita possa melhorar, independentemente das críticas que recebe, tanto as positivas e construtivas quanto as nocivas e depreciativas, pois está com seu sistema imunológico mental fortalecido.

O mais importante, neste aspecto, não é manter forte esquema de autovigilância, antes, o mais importante é exercitar a consciência em relação à dinâmica íntima e pessoal. Viver conscientemente é ser agente de suas próprias vontades ao invés de perceber-se como vítima da vontade dos outros ou da própria circunstância. Isto faz aumentar o orgulho e respeito próprio, influenciando a qualidade da autoestima.

Para desenvolver e fortalecer o primeiro pilar da autoestima sugere-se estimular a atenção na própria pessoa. Criar dinâmicas ou jogos em que a pessoa possa observar a forma como fala, como anda, como se relaciona com outras pessoas, suas manias, suas virtudes, suas gafes. é importante rever o inventário de suas coisas prediletas: cores, músicas, flores, roupas, palavras, frases, pessoas, comidas, acessórios etc.

Pergunte a pessoa sobre o que terá de fazer para estar mais consciente em seu trabalho, em seus relacionamentos, em seus estudos, enfim, em seus momentos diários. Incentive-a fazer uma coisa de cada vez e a viver apenas um dia a cada 24 horas. A prestar mais atenção ao tempo imediato e aos movimentos do próprio corpo e das próprias palavras e atitudes, assim estará praticando a arte de viver conscientemente.

Na próxima segunda-feira falarei sobre o segundo pilar da autoestima, cuja essência principal é a atitude de estar a favor de si mesmo: a auto-aceitação.
Abraços,

Prof. Chafic Jbeili
Web cronista e editor do site Chafic.com.br
www.chafic.com.br

O PRAZER EM VIAJAR

SILVESTRE GONÇALEZ
silvestre@desktop.com.br

Viajar hoje em dia está mais fácil do que nunca. Ainda mais se for de avião. Os preços das passagens aéreas estão convidativos, só não viaja quem não quer ou quem tem medo de avião.

A aviação brasileira se modernizou exigindo também que os aeroportos fizessem o mesmo. As aeronaves são seguras e confortáveis. Quando um avião decola de algum aeroporto, o piloto já tem em mãos o plano de vôo até o destino, sabendo a rota e informações meteorológicas da origem. Os controladores de vôo monitoram a rota do avião, tudo isso devido às informações de radares e de satélites.

Quando o avião está próximo do destino, ele é conduzido pela torre de controle do aeroporto. Em alguns casos, o tráfego aéreo é intenso, que em uma mesma reta de aproximação para pouso, é possível que haja vários aviões.

Fazendo uma comparação entre os acidentes de carros no trânsito das grandes metrópoles com a probabilidade de acontecer um acidente aéreo é bem remota. Acredite se quiser!

Os aviões são constantemente examinados em intervalos de tempo determinados pelo fabricante, pois cada peça tem a sua vida útil e deve ser trocada antes que apresente algum defeito. Os pilotos, além de terem uma condição física e mental extremamente saudável passam por todo tipo de provas, precisando estar muito bem preparados para dominarem uma aeronave.

Já foi o tempo em que viajar de avião era sinônimo de status. Há um bom tempo quando algum conhecido falava que tinha feito uma viagem de avião, as pessoas ficavam encantadas.

Se a viagem fosse para outros Estados como Fortaleza, Mato Grosso, Ceará, Bahia, Alagoas, então esta pessoa era rodeada de amigos e causava até "inveja". Uma viagem internacional então era o máximo.

Quando eu fiz a minha primeira viagem de avião foi um sonho realizado. Isto aconteceu em setembro de 2002 com um grupo de professores universitários, pois na época eu lecionava numa faculdade da região de Sumaré. Fomos para o Estado da Flórida (EUA) na cidade de Orlando realizar um curso de Marketing na UCF - Universidade Central da Flórida e na Florida Christian University.

Quando entrei pela primeira vez no avião da TAM eu fiquei impressionado, pois tudo era novidade para mim. O avião decolou de São Paulo direto para Miami (EUA) sem escala com mais de 7 horas de vôo. O avião era um luxo. Comissários e comissárias de bordo sempre atentos e cuidadosos com os passageiros. Foram 7 horas inesquecíveis e sem medo do avião ter alguma pane, pois eu sabia que Deus estava com a sua mão nos conduzindo.

A segunda viagem em um avião foi em abril de 2010. Eu e mais três amigos Vilson Alves, Edinho Silva e Cidney Frizzarini, fomos para o Estado do Mato Grosso, conhecer as cidades de Chapada dos Guimarães, Nobres, Cuiabá, Poconé e a estrada transpantaneira. Foram 11 dias percorrendo vários lugares e avistando cachoeiras e bichos de várias espécies. Também posso dizer que as paisagens desse Estado imenso são fantásticas. Vale à pena conhecer.

Agora estou me preparando para fazer outra viagem, serão sete dias num Cruzeiro em alto mar, tenho certeza que um dia quem sabe poderei realizá-la.


SILVESTRE GONÇALEZ
Jornalista, publicitário, pós–graduado em Administração e Marketing e Assessor da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico de Sumaré.
Email: silvestre@desktop.com.br

Assista ao curta metragem sobre o Cine Everest

Confiram o curta sobre o Cine Everest
Exibição do filme, "Bicho de Sete Cabeças",
com participação de alunos do ensino médio

http://www.youtube.com/watch?v=PZf8SS-a0ko

Conselhos e escolhas!

quinta-feira, 27 de maio de 2010

A reflexão de hoje é sobre orientações, conselhos e escolhas!

Há muito tempo eu conheço o ditado “se conselho fosse bom...”. Claro que um conselho bem dado, na hora certa é muito bom sim! A dicotomia que permeia esses aforismos populares é uma tremenda estupidez, pois nem tudo dá certo sempre, o tempo todo. Em algum momento algo ficará incompleto, inacabado, inadequado, mas isto não quer dizer que é o fim, o caos ou que conselho nunca é bom. As recomendações são apenas uma parte menor, porém enfática de um processo maior. Por isso eu penso que conselho é bom sim, e eu valorizo muito bem os que ofereço e os que recebo!

A orientação ou o conselho que você opta colocar em prática determina o futuro que você cria.

Eu tenho uma tese, ainda não validada, de que as pessoas estão a apenas três conselhos distantes da realização de seus sonhos, do sucesso e da prosperidade. Mesmo que o tempo entre o momento em que se coloca um conselho em prática e o momento em que se vivencia sua consecução não seja imediato. Sim! Cada coisa tem seu tempo para dar frutos ou resultados.

Quantas pessoas, depois de quebrarem a cabeça anos a fio em suas finanças, relacionamentos ou empregos, ao atingir a maturidade acabam confessando no sil&ec irc;ncio de seus pensamentos ou no ombro de um amigo: “Ah se eu tivesse escutado fulano...”. Ou seja, anos atrás, no momento em que o conselho foi dado não lhe pareceu ter alguma utilidade, mas o tempo mostrou que a aplicação oportuna daquele conselho teria lhe garantido criar um presente mais próximo do que se almejou no passado. Porém, nem a própria pessoa sabia o que queria e por isso não pôde reconhecer a importância daquele conselho, naquele dia e hora. Então, escolheu ignorá-lo, criando situações que se vive no presente momento. Claro que não em sua totalidade, mas em boa parte sim!

Daí nasce outro aforismo dicotômico e estúpido: “Quem não houve conselho, ouve coitado...”. Sim, é estúpido também! Tem conselhos que ignoramos e que nunca iremos nos arrepender ou lamentar não tê-lo colocado em prática. Este ditado subliminarmente incute a idéia de que todos os conselhos devem ser acatados e colocados em prática, e isso não é adequado.

Algumas pessoas são mais resistentes aos sinais que a vida lhes oferece, muitas vezes rejeitam compulsoriamente orientações de outras pessoas, conselhos de amigos ou parentes, intervenções profissionais ou mesmo eventos do cotidiano, por isto não aplicam as orientações, ignorando o que foi dito.

Conselhos e orientações a gente precisa submeter às perspectivas de curto, médio e longo prazo. Isso mudará a qualificação de um mesmo conselho que em curto prazo pode parecer ridículo, mas em longo prazo pode ser um espetáculo. E vice-versa. Tudo dependerá das metas e objetivos de quem escuta o conselho!

Quem não sabe quais são suas metas, seus objetivos, seus ideais de vida ou mesmo quais são seus sonhos, ainda que um anjo se materializasse e lhe aconselhasse pessoalmente, tal pessoa não reconheceria a pertinência e validade daquela orientação. Não é defeito; é a natureza humana que somente uma consciência mais apurada pode mediar.

A história está repleta de exemplos sobre pessoas que rejeitaram conselhos ou os acataram indiscriminadamente. Desde as histórias infantis (chapeuzinho vermelho, por exemplo) até grandes estadistas como Alexandre e Hitler que taparam os ouvidos para os conselhos e se deram mal porque causaram o mal.

Outras pessoas até percebem as orientações, mas por alguma razão não as colocam em prática e por isso não criam um futuro diferente. Permanecem estagnadas, com a sensação de que nada va i mudar. Muitas desistem sem saber que estão a apenas três conselhos daquela virada de vida que tanto lhe parece impossível!

Tem ainda um outro grupo de pessoas que dão ouvido a toda e qualquer orientação. Como se não bastasse, ainda buscam outras tantas orientações em variadas fontes. Essas pessoas se perdem no emaranhados de conselhos e se enrolam no novelo da vida, perdendo o foco de suas metas e objetivos.

Conselho é coisa de sábio e não de intelectual. Ouvir um "doutor" não é necessariamente melhor do que ouvir o seu zé, lá da rocinha. A pertinência do conselho está na intenção do conselheiro e na maturidade do aconselhando.

Portanto, para que um conselho seja considerado bom e a pessoa possa aproveitá-lo bem em favor de si mesma é preciso não ignorar a fonte por mais analfabeta qu e ela seja; ter bem claro suas metas e objetivos; depois, validar tal conselho em relação a tais metas e objetivos, considerando o tempo imediato, o futuro próximo e o futuro distante.

A partir desse momento acredita-se que a pessoa, seja ela criança, adolescente, adulto ou idoso, terá melhores condições escolher aplicar essa ou aquela orientação que variavelmente tem o magnífico poder de mudar seu futuro em termos de saúde, qualidade de vida, finanças, carreira, relacionamentos, entre outras áreas chaves da vida.

Enfim, todos os dias recebemos orientações do alto, das pessoas ou da própria vida. A forma como avaliamos essas orientações e decidimos colocá-las ou não em prática é que determinará o nosso futuro.

Abraços fraternos com votos de bons conselhos e boas escolhas,

Prof.Chafic
CONSULTORIA - CURSOS - OFICINAS - PALESTRAS
Formação continuada e qualificação profissional
e-mail: chafic.jbeili@gmail.com
www.unicead.com.br
Montes Claros(MG) | Brasil.

Bazar "Sacola Cheia" dia 29 de maio

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Imperdível, dia 29 de maio a Zap está organizando um dia inteiro de festa para você. Serão vários cursos gratuitos, avaliação física gratuita, além de feira de artes, artesanato e presentes "Sacola Cheia".

Em quem você votou nas últimas eleições?

SILVESTRE GONÇALEZ
silvestre@desktop.com.br

Se fizermos a seguinte pergunta: Você se lembra em quem votou nas últimas eleições para presidente, governador, senador e deputados estadual e federal? Certamente a resposta da maioria será não. Talvez para presidente da república muitos possam se lembrar.

Eu mesmo fiz essa pergunta para alguns eleitores e poucos conseguiram responder. Quem respondeu hesitou e ficou confuso na hora. Faça um teste com as pessoas que estão em sua volta e constatará a veracidade dessa enquete.

Uma pesquisa realizada recentemente revela que o eleitor brasileiro sofre de amnésia eleitoral. Ela revelou que a maioria dos entrevistados admite que não se lembra mais do candidato a vereador escolhido em 2008. Para prefeito a maioria acertou e isso se deve a poucos candidatos concorrendo ao pleito.

Responda rápido: você consegue se lembrar em quem votou na última vez para deputados estadual e federal? Se não, você também faz parte da maioria do povo brasileiro que por alguma razão não consegue se lembrar.

Existe uma explicação plausível para este tipo de problema, isto ocorre devido à nossa formação cultural. Outro fator que contribui para o esquecimento é a quantidade de votos que o eleitor deverá digitar na urna eletrônica. Nestas eleições serão necessários 5 votos. O que também permite o esquecimento é que os eleitores votam nos candidatos e não nos partidos, como são muitos pretendentes é facilmente compreensivo que as pessoas tendem a se esquecer.

Mesmo assim devemos nos preparar para as eleições de 2010. Precisamos escolher melhor os nossos políticos e não existe nenhuma fórmula mágica para isso, mas começar não votando naqueles que já se envolveram em alguma falcatrua é um bom começo. Se um candidato não vive o que prega, desconfie dele.

No caso dos deputados estaduais e federais, procure votar em candidatos com viabilidade eleitoral de sua cidade. Se onde você reside não tiver nenhum, vote em candidatos das cidades vizinhas, é mais fácil e mais perto para cobrar.

A urna é o maior poder que um eleitor tem, se souber usar todos serão beneficiados.

SILVESTRE GONÇALEZ
Jornalista, publicitário, pós–graduado em Administração e Marketing e Assessor da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico de Sumaré.