Faculdade Aberta para Maior Idade

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

A Faculdade Politécnica de Sumaré encaminhou um ofício comunicando que estão abertas as inscrições para o Projeto FAMI: Faculdade Aberta para Maior Idade,destinado às pessoas que queiram manter-se atualizadas, ter acesso a novos conhecimentos, participar de atividades ligadas à educação, à cultura e ao lazer, mantendo os laços com a Faculdade ou, quem sabe, ter a oportunidade de frequentá-la pela primeira vez.

O projeto tem a Coordenação da Profa. Ms Maria Francisca Teresa Quagliato das Neves Grillo conta com cursos semestrais oferecidos, de segunda quinta-feira, para o ano de 2010, das 14h às 17h, com aulas específicas a cada dia, oferecendo várias práticas.

No Projeto estão contempladas aulas de Danças Circulares dos Povos Indígenas, Plantas Medicinais, Dança de Salão, Artesanato, Yoga, Literatura e Informática, Canto Coral, Musicalização, História das Artes (com possíveis visitas a locais estudados), Plantas Medicinais Teatro, Neurolinguistica entre outras.

Com esse Projeto, a Politécnica de Sumaré, pretende estreitar ainda mais os laços com a comunidade, objetivando melhoria da qualidade de vida, tanto individual quanto coletiva da população com maior idade.

Os interessados deverão entrar em contato com a Central de Atendimento da faculdade para fazer sua inscrição, das 9h às 20h. São 60 vagas disponíveis.

Para melhor conhecer o PROJETO FAMI: FACULDADE ABERTA PARA MAIOR IDADE, venha visitar-nos à Praça da República, 72 - Centro - Sumaré, ou acesse o site: www.seufuturonapratica.com.br

Combate ao bullying pode virar lei em Pernambuco

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

As escolas públicas e privadas podem ser obrigadas a incluir no projeto pedagógico o combate ao bullying. É o que prevê um projeto de lei.


No meio da rua, no centro do Recife, se compra um game pirata no qual os competidores são estimulados a perseguir os estudantes mais gordinhos ou os chamados nerds e a bater neles.


É o que se chama de bullying, um tipo de agressão gerada pela intolerância, que está nas escolas e agora também nesses jogos eletrônicos.

“Ser valentão estimula essa violência. Vivemos em uma sociedade em que a perversão e o prazer em ver o sofrimento do outro é boa”, diz Carlos Brito, psicólogo.

Mas essa violência pode virar caso de polícia. É o que uma turma de direito está estudando.

“Existem medidas sócioeducativas que vai dar advertências, liberdade assistida, prestação de serviços à comunidade, a semiliberdade e o caso excepcional que é a prisão”, fala Anabel Pessoa, coordenadora do curso de Direito.

As escolas públicas e privadas de Pernambuco podem ser obrigadas a incluir no projeto pedagógico o combate ao bullying. Isso é o que prevê um projeto de lei que está na Assembleia Legislativa.

Se a lei contra o bullying já estivesse em vigor em Pernambuco, provavelmente um rapaz não teria as marcas que tem hoje da perseguição que sofreu. “Você passa a se sentir totalmente diminuído, excluído, você passa a se sentir nada”, afirma.

Situação que Humberto Suassuna, estudante, não precisa mais enfrentar. Ele tem síndrome de down. Está no último ano do curso de educação física. Assim que percebeu o comportamento dos colegas dele, a direção da faculdade destacou um monitor para acompanhá-lo todo o tempo.

“Sempre teve essa preocupação de me atender, me acolher, consegui ficar em sala regular e através disso eu vou conquistando a quebra desse paradigma”, afirma.


Fonte: Jornal Hoje


Reportagem em http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL1366325-16022,00-COMBATE+AO+BULLYING+PODE+VIRAR+LEI+EM+PERNAMBUCO.html

Bullying não ocorre apenas em escolas, mas no trabalho também.

Roberta de Matos Vilas Boas

Já faz algum tempo que essa palavra se tornou conhecida nas escolas. Ocorre quando uma criança, um professor ou outro funcionário sofre humilhações, muitas vezes disfarçadas de brincadeira. Porém, a prática que tem consequências psicológicas não acontece exclusivamente nas escolas, mas também no ambiente de trabalho.

"Não se pode dizer que é comum, mas existe. O bullying pode ser verbal ou psicológico e acontece quando alguém exerce poder sobre um grupo mais fraco", explica a psicóloga e psicoterapeuta, Clarice Barbosa.

Ela explica que é mais comum que quem apresente esse comportamento ocupe um cargo de chefia, mas, muitas vezes, também é possível identificá-lo em um colega do mesmo nível. Quem pratica o bullying no trabalho tem interesse em subir na empresa - ou em manter seu cargo (no caso dos chefes) - e faz qualquer coisa para se sair bem, sem pensar nos outros.

Mas é preciso saber diferenciar essa situação de um conflito normal de trabalho. O bullying caracteriza-se principalmente por ações repetidas sobre uma mesma pessoa ou grupo, de forma a deixá-los expostos.

Vítima fragilizada
A psicóloga também explica que, normalmente, o abuso é feito sobre uma pessoa considerada mais fragilizada. "Quem pratica isso humilha, deprecia ou isola a vítima, manipulando as outras pessoas, mentindo e fazendo com que todas se afastem dela", diz.

Ela lembra que é comum que a vítima se fragilize nessa situação. "Se precisa do trabalho, tem família para sustentar, vai aceitando isso e acaba se sentindo impotente", completa.

Para Clarice, a melhor forma de acabar com as ações do bullying é não se intimidar ou ter medo. Segundo ela, a vítima precisa ter provas, como gravações, para poder mostrar na empresa o que está ocorrendo. "Quanto mais provas ela tiver, mais ela vai poder expor essa pessoa. Mas
se fica fragilizada, a outra pessoa ganha poder", diz. Além disso, é possível consultar um advogado para saber como se proteger.

Consequências
Entre as consequências desse ato, para quem sofre, estão desde crises de choro à depressão. "A vítima pode apresentar problemas de pressão, pânico e outras doenças psicossomáticas, além de ter a capacidade de produção reduzida", explica Clarice.

Além disso, um recente estudo, publicado no jornal Sleep, mostrou que o bullying também tem consequências para o sono das pessoas, tanto de quem sofre, quanto de quem presencia os atos.

Na pesquisa, feita com 3.132 homens de 4.562 mulheres da França, 11% delas e 9% deles disseram ter sofrido "comportamento hostil" no trabalho, enquanto outros 31% e 32%, respectivamente, presenciaram esse comportamento.

Entre os homens que sofreram o abuso, foi constatada que eles possuíam 2,39 vezes mais dificuldade de dormir, enquanto entre os que presenciaram, a dificuldade era 2,29 vezes acima do normal. Já entre as mulheres, as que presenciaram tiveram 1,73 vezes mais dificuldade, enquanto entre as que sofreram, houve 1,87 vezes mais problemas.

Fonte: InfoMoney

Manual de comunicação eficiente

Por RENATA AVEDIANI
Raul Junior


O que você precisa saber para dar o seu recado no trabalho, sem ruídos
A fonoaudióloga Leny Kyrillos mostra, em nove vídeos, como melhorar todos os aspectos da sua comunicação não-verbal. Assista agora

Escolher as palavras certas e falar com clareza. Aprender a escutar e entender o que as outras pessoas dizem. Estar atento aos gestos, aos movimentos e às expressões que muitas vezes revelam mais sobre alguém do que as palavras. Essas atitudes formam a receita básica de uma comunicação eficiente, algo fundamental para quem pretende ter um bom desempenho no trabalho. "Quem tem mais domínio sobre todos estes aspectos consegue se comunicar melhor", diz a fonoaudióloga Leny Kyrillos, professora doutora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), que atende executivos, jornalistas e atores. Como você pode acertar no discurso e dar seu recado no trabalho? Para começar, siga as regras básicas. Depois, veja o que funciona melhor para você e o seu interlocutor. "A comunicação depende do contexto e das características do orador e do público", diz o professor Reinaldo Polito, autor do livro Como Falar Corretamente e Sem Inibições (Editora Saraiva), um dos maiores especialistas do Brasil em comunicação.

Você se comunica bem? Faça o teste e descubra

Vá direto ao assunto
Para vender uma ideia ao chefe não é preciso contar todo o processo que o levou a formular a proposta. Concentre-se em dizer qual benefício sua sugestão produzirá. "Vá direto às conclusões e seja conciso. Saber priorizar informações é fundamental para ter relevância", diz Normann Pedro Kestenbaum, autor do livro Obrigado pela Informação que Você Não Me Deu! (Editora Campus/Elsevier) e sócio da consultoria Baumon, de São Paulo, especializada em comunicação

Seja mais claro, por favor
Para fazer com que o ouvinte entenda exatamente o que você diz, fale a língua dele. Adapte e traduza seu discurso à faixa etária, formação, interesses e expectativas do ouvinte. Assegure-se de que ele gravou o recado. "Não adianta ter um discurso brilhante se ele não será lembrado depois de uma hora", diz o consultor Normann Kestenbaum. Desconfie de termos difíceis, gírias, expressões vulgares, tecnicismos e jargões. Eles podem sabotar a mensagem. "Os líderes devem limpar ao máximo os ruídos da comunicação", diz Leny Kyrillos, fonoaudióloga da PUC-SP.

Como escutar melhor
Saber escutar é um item primordial para uma comunicação eficiente. Avalie se você está aberto às mensagens que recebe — principalmente se você se acha incompreendido. "Quem fala demais e não dá espaço ao outro pode prejudicar o processo de comunicação", diz Reinaldo Polito. Para aguçar a audição, as dicas são:

EVITE PREJULGAR. Espere até que a mensagem seja completada antes de formar sua opinião. Isso ajuda o entendimento.

GUARDE A INFORMAÇÃO. Para registrar a informação, só há um jeito: preste atenção. Se a sua memória não é boa, anote. Ou peça por escrito. Recordar o que foi conversado ajuda a retomar a comunicação a partir dos principais pontos. Isso é eficiência.

TENHA INTERESSE PELOS OUTROS. Admitir que os outros também têm boas ideias é um dos primeiros passos para escutar o que eles têm a dizer.

Maria Heloísa Morel
37 anos, diretora de marketing do grupo de serviços online e consumo da Microsoft Brasil
Logo que entrou no Grupo Pão de Açúcar, em 2004, a engenheira Maria Heloísa Morel, de 37 anos, hoje diretora de marketing de uma área da Microsoft, sentiu na pele a importância de ouvir o time. Na época, ela e a equipe estavam com uma grande carga de trabalho, o que resultava em muitas horas extras. As pessoas reclamavam do excesso, mas Maria Heloísa considerava a rotina tolerável, já que se tratava de uma situação passageira. "Achei que daria para aguentar", diz. Percebeu que estava errada quando um integrante do time pediu demissão. "Deveria ter entendido o que estavam me dizendo", diz a executiva. "Hoje, converso muito com a equipe sobre as demandas, para avaliar os impactos delas no dia-a-dia e poder negociar processos adequados a todos."

ESCREVER NÃO É FALAR
Para ter sucesso na linguagem escrita, é preciso dominar vocabulário, gramática e construção das frases. O maior problema ocorre quando se tenta escrever da mesma forma que se fala. Nesse caso, o resultado pode ser um texto incompreensível. Para se expressar bem na linguagem escrita, além de praticar bastante:

• leia e releia suas mensagens antes de enviá- las, para encontrar e corrigir os erros;

• espere um pouco antes de enviá-las. Quanto mais tempo passar, mais fácil será ler de forma isenta e descobrir possíveis interpretações erradas;

• peça ajuda a terceiros para checar o entendimento e a clareza do texto.

Anderon Santos Pereira
35 anos, gerente comercial da Nextel no Rio Grande do Sul
Quando o paulistano Anderson Santos Pereira, de 35 anos, assumiu a gerência da unidade gaúcha da Nextel, em agosto de 2007, um dos seus maiores desafios foi alinhar a comunicação com o time. A equipe estava desmotivada por desconhecer as metas individuais. "As pessoas só conheciam os objetivos da unidade", diz. Baseado
nos planos da empresa, Anderson conversou individualmente com os 14 membros da equipe, ouviu o que cada um tinha a dizer, anotou sugestões, dividiu os clientes
de acordo com o perfil de cada integrante do time e traçou objetivos claros para todos. "Com maior transparência, as pessoas compreenderam os rumos que a companhia queria tomar e o papel delas."

Mais que mil palavras
As informações que você emite com o rosto, os braços e o tom de voz causam mais impacto do que o conteúdo que está sendo passado. Uma pesquisa da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, concluiu que 93% da eficácia da comunicação deve-se ao tom e à intensidade da voz, aos gestos e às expressões corporais. "A mensagem que prevalece é aquela transmitida pela comunicação não-verbal", diz Leny, fonoaudióloga da PUC-SP. Preste atenção:

• Ao corpo. A forma como alguém gesticula sinaliza o que ele sente. Uma posição ereta, olhando as pessoas de frente e braços voltados para quem está falando dá a ideia
de acessibilidade e entusiasmo. Cruzar os braços ou manter os ombros caídos podem causar o efeito contrário. O rosto e a boca também são agentes importantes de uma comunicação eficiente. Evite uma postura desleixada e os bocejos.

• À Voz. Este é um dos elementos mais importantes para passar a interpretação desejada. Contam o tom, o volume e a entonação. Não adianta, por exemplo, manter o tom grave - que gera a sensação de seriedade e firmeza — para motivar e entusiasmar o time. Prefira um tom mais leve e alegre. "O segredo é saber variar e combinar todos estes elementos para serem usados de acordo com a informação e a sensação que queira produzir nos outros", diz Leny Kyrillos.

Thiago Lopes é medalha de Prata!

domingo, 18 de outubro de 2009


Thiago Lopes dos Santos, aluno do 1º. ano do Ensino Médio da EE Prof. Antonio Zanluchi, ficou com a medalha de prata na modalidade tênis de mesa da III Olimpíadas do Programa Escola da Família (PEF), neste domingo, dia 18/10.

A competição aconteceu na E. E. Maria de Lourdes Martins, situada no Jardim Maria Antônia, em Sumaré, que também desenvolve atividades do PEF. A Educadora Profissional (EP) Adriana Breda, com a ajuda do EP da unidade escolar, Marcelo Grip, e da comissão organizadora dos jogos montou um esquema de três salas com, mesas e público restritos, para não comprometer a concentração dos atletas. A organização da escola estava impecável, desde o café da manhã e lanche servidos aos atletas e ao elenco de apoio, até pódio e a execução do Hino Nacional na entrega das medalhas.

Thiago é frequentador assíduo do PEF Antonio Zanluchi e também treina há 4 meses pela Prefeitura Municipal de Hortolândia. Ele já possui 2 medalhas em campeonatos organizados pelo Poliesportivo Hortolândia, 2 pelo DIB Sumaré, com 1º. e 2 º. lugares e mais uma pelo Hortolândia 30 horas. Com mais esta conquista ele chega a seis medalhas na modalidade.








Para que serve a sustentabilidade?

sábado, 17 de outubro de 2009

Silvestre Gonçalez
Não vai demorar muito tempo à humanidade terá que mudar radicalmente a sua forma de encarar a natureza. O ritmo desenfreado em agredir o meio ambiente e explorar os recursos naturais colocará em breve a sua própria existência em perigo, caso não reveja urgentemente o seu conceito e a forma de encarar e interferir no meio ambiente. As alterações climáticas no mundo já estão nos afetando e nos assustando. As precauções devem ser tomadas urgentemente quanto à preservação, pois é questão de vida ou morte.
A mídia tem alertado frequentemente quanto à responsabilidade de todos em preservar o meio ambiente, mas muitos ainda não assimilaram esse conceito e continuam agredindo o planeta. Não será muito fácil mudar os costumes de alguns países, onde as pessoas valem mais pelo que elas possam consumir e pelo que elas têm do que pelos exemplos que elas podem dar quanto à preservação do meio em que vivem.
A terra não agüenta mais esse ritmo atual de consumo e da maneira como vivemos, explorando os recursos naturais sem consciência. Eu sei que as coisas não mudarão da noite para o dia, mas também não podemos mais esperar. Precisamos ter consciência da preservação e é importante que as crianças aprendam desde já cuidar do meio ambiente com sustentabilidade. O tema sustentabilidade está sendo debatido em todos os cantos do mundo, por se tratar de um assunto que afeta diretamente a vida do planeta e por conseqüência a continuidade da existência da espécie humana.
E o que é sustentabilidade? E pra que serve? Sustentabilidade é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, garantindo a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações, ou seja, é o desenvolvimento sustentável que não esgota os recursos para o futuro.
Para que as coisas comecem a dar certo temos que ter algumas atitudes sustentáveis, tais como: reciclar os plásticos, embalagens, papéis e latas, não queimar lixo, economizar água, energia elétrica e outros combustíveis, não consumir produtos extraídos ou fabricados através de meios prejudiciais a natureza. Agindo assim criará em sua volta uma onda que influenciará outras pessoas a tomarem as mesmas medidas
É um sonho, mas ainda tenho uma esperança em ver uma melhora no planeta através das energias alternativas ou renováveis como as hidroelétricas, eólica, oceânica, solar, geotérmica e a biomassa, essas energias são obtidas de fontes naturais praticamente inesgotáveis. Porque o combustível fóssil, além de ser altamente poluente causa um grande impacto ambiental e um dia irá se esgotar.
O uso desenfreado desses produtos tem mudado substancialmente o meio ambiente causando um desequilíbrio como, degelo nos pólos, chuvas ácidas, mudanças climáticas, desequilíbrio térmico do planeta e envenenamento da natureza. O perigo está à porta, depende de cada um conscientizar-se da necessidade em cuidar do nosso “habitat”.
Silvestre Gonçalez – jornalista – Sumaré-SP
E-mail: silvestre@desktop.com.br

O professor está sempre errado!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!

É jovem, não tem experiência;

É velho, está superado!

Não tem automóvel, é um pobre coitado;

Tem automóvel, chora de “barriga cheia”!

Fala em voz alta, vive gritando;

Fala em tom normal, ninguém escuta!

Não falta ao colégio, é um “caxias”;

Precisa faltar, é um “turista”!

Conversa com os outros professores, está “malhando” os alunos;

Não conversa, é um desligado!

Dá muita matéria, não tem dó dos alunos;

Dá pouca matéria, não prepara os alunos!

Brinca com a turma, é metido a engraçado;

Não brinca com a turma, é um chato!

Chama a atenção, é um grosso;

Não chama a atenção, não sabe se impor!

A prova é longa, não dá tempo;

A prova é curta, tira as chances dos alunos!

Escreve muito, não explica;

Explica muito, o caderno não tem nada!

Fala corretamente, ninguém entende;

Fala a “língua” dos alunos, não tem vocabulário!

Exige, é rude;

Elogia, é debochado!

O aluno é reprovado, é perseguição;

O aluno é aprovado, deu “mole”!

É, o professor está sempre errado...

Mas se você conseguiu ler até aqui,

Agradeça a ele!!!

(Jô Soares)